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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Saí da cozinha

Acho que, depois de hoje, o Martim nunca mais se vai esquecer de como se escreve «snake» (e nunca mais vai escrever seneique), «monkey» (e nunca mais vai escrever manqui), «elephant» (e nunca mais vai escrever elefante, a menos que esteja a usar o português), «bicycle» (e nunca mais vai escrever baicical). E living room, kitchen, garden. E doll, kite, board game.
Não, não ralhei. Não, não bati. Mas obriguei-o a escrever, repetir, e voltar a repetir. Algumas palavras dez vezes, outras 20, outras nem sei quantas vezes. Até saber escrever sem se enganar. Chiça, que foi duro! Agora gostava de ir babar para o sofá. Mas não posso. Vou ver se acabo uma reportagem. Aiii... que estou de gatas.

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