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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

17 anos

Estamos quase a atingir a maioridade.
Há 17 anos que comecei a trabalhar com o Pedro Rolo Duarte. Primeiro numas coisinhas pequenas, depois na Rádio Comercial, na RTP, e a seguir nesse grande, enorme projecto chamado DNA. Ele começou por ser chefe, tornou-se também companheiro de algumas borgas, depois virou amigo, padrinho de casamento, qualquer coisa entre o pai e o irmão, alguém que mesmo distante (não somos propriamente amigos de casa e de assiduidade nas visitas) é e será sempre especial. Foi com ele que dei os primeiros passos, foi ele o primeiro a acreditar em mim. E se há coisa que eu sou é grata.
Infelizmente, deixámos de trabalhar juntos em 2006. Foi um ano dolorosíssimo, esse. Mas também acabou por se revelar importante, porque todos os filhos (ainda os que não o são de verdade) precisam de saber que conseguem caminhar sozinhos. E eu, nessa altura, era capaz de jurar que não. Fui capaz. Depois, quando ele esteve à frente da revista do jornal i, voltámos a trabalhar juntos. E foi tão bom, esse regresso. Como um regresso a casa. Mesmo. Durou foi pouco. E eu continuei sempre - como continuo - à espera que ele volte às lides (como devia) e que me convide, porque eu vou. Irei sempre.
Hoje faz 17 anos que começámos a trabalhar juntos. Não é mentira, mas parece. Foi há tanto tempo, já? Para o ano temos mesmo de abrir uma garrafa de vinho ou de champanhe e celebrar a nossa maioridade. Por mim, it's a deal.

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