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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Ainda a questão do vídeo

Não concordo com quem diz que o vídeo do espancamento da jovem não devia ser mostrado. Se todos nós não víssemos, se a sociedade não fosse alertada para este tipo de coisas, viveríamos mais felizes mas muito mais ignorantes sobre aquilo que estamos a criar, sobre aquilo que realmente se passa. Vale mais não saber? Não ver? Fazer como a avestruz?
A divulgação permite a discussão. Permite a reflexão. Permite o debate. Permite a consciencialização. Permite, inclusivé, que os envolvidos sejam punidos.
Enfim, poderá ser defeito profissional, mas ser avestruz não faz, definitivamente, o meu género.

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