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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Birds do it, bees do it

Tenho esta mania esquisita há anos. Imagino as pessoas a... fazer o que as abelhas fazem. Não tenho culpa. Acontece-me. Às vezes a imagem que me aparece no cérebro é tão forte (e grotesca) que tenho de abanar a cabeça, a ver se a afasto. Não é sempre, não se preocupem. Não é com toda a gente, ou já teria lugar cativo num hospital psiquiátrico, devidamente amarrada e sedada. Mas algumas pessoas e alguns casais, sobretudo aqueles que são mais inusitados, em que a gente diz «epá, é que não têm mesmo nada que ver um com o outro», estimulam a minha imaginação. E lá os visualizo eu, de cócoras, em posição de missionário, de lado, eu sei lá. Não é fácil viver assim, acreditem.
Hoje deu-me para imaginar o nosso ministro das finanças. E não foi bom. Suspeito (podendo evidentemente estar errada) que será tudo muito vagaroso. E... aborrecido. Chatinho, vá. Mas, claro, também pode dar-se o caso de ser um verdadeiro espectáculo. Tenho sempre esta teoria de que as pessoas são, neste campo da vida, muito parecidas com o que são nos outros. Se é criatura eléctrica, pois que será uma pequena abelhinha eléctrica. Se é fulaninho molenga, pois que será uma abelhinha pasconça. O que vos diz a vossa experiência?

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