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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Carta à Nonô, d'A Viagem da Cegonha

Durante nove meses, segui-te de perto. Escutei o bater do teu coração. Emocionei-me quando te vi a três dimensões. Fiquei radiante com a confirmação de que eras uma menina. Indaguei pais e avós e amigos e médicos e colegas sobre as comoções que ias provocando, aqui e ali.

Durante nove meses, acompanhei o teu crescimento. A ansiedade dos teus pais. O nervoso miudinho da tua avó materna. A felicidade dos amigos mais próximos.

E finalmente, hoje, às 9.01 da manhã, nasceste. Deste trabalho à tua mãe, mas ela portou-se como todos sabíamos que se ia portar: como uma valente. E agora aí estás, linda e cor de rosa, 2990 kg de gente, pronta para o mundo.

Bem-vinda, Maria Leonor. Espero acompanhar-te ao longo dos anos. Espero seguir os teus passos, desta vez sem microfones por perto. E estarei por aqui, sempre que precises. Foi um prazer estar por perto enquanto te formavas, será um prazer estar por perto enquanto cresces.

Espero que sejas muito, muito feliz.

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