Cinema
No sábado fui com o Martim e a Madalena ver o Divertidamente (Inside Out). Fantástico. Que ideia incrível. Tão giro, tão giro... Claro que chorei ali em dois momentos perante o olhar estupefacto deles. Aliás, continuo a achar que estes filmes são mais para os pais dos que para os filhos (pelo menos em alguns momentos, que claramente lhes passam ao lado, enquanto a nós nos acertam em cheio).
No domingo, conseguimos deixar o Mateus nos meus sogros e fomos ao cinema com os outros. O Ricardo foi com os mais pequenos ver os Mínimos. O Manel recusou-se a ir ver os Mínimos ("tenho uma reputação a manter") e então fomos os dois ver a Amy, um filme tão bem feito sobre a vida de Amy Winehouse. Tão triste perceber a rota de destruição, tão duro ver como o sucesso a esta escala planetária só é possível suportar se se tiver uma impressionante estrutura emocional (que ela não tinha), tão brutal perceber que uma má companhia pode ser o empurrãozinho que faltava para se cair no abismo (Blake). A ideia com que se fica, ou pelo menos eu fiquei, foi que a Amy era só uma miúda assustada com aquilo tudo.
A maior parte dos temas foi perfeita para falar com o Manel no final, ainda que lhe possa entrar tudo por um ouvido e sair pelo outro (quero acreditar que talvez um resíduo possa permanecer neste percurso).
