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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Dia bom






Com visita ao mosteiro dos Jerónimos, para mostrar ao Manel, de perto, uma das obras emblemáticas do reinado do seu homónimo, D. Manuel I. E ele, apreciador, a exclamar:
- Tão lindo! Que lindo que isto é... valeu mesmo a pena termos vindo.
Oh... (às vezes até mesmo a mais lúcida das mães não resiste a babar um pouco perante as suas crias
Depois, fomos aos Pastéis de Belém e não resisti. Sou uma fraca, eu sei. Mas aquele cheiro, aquele sabor, a leveza daquela massa, o sabor daquele creme... Mas a partir de agora a minha boca vai tornar a fechar-se, como se tivesse um fecho eclair. É que descobri hoje que já engordei dois quilos. Ele foi o México, ele foi o Natal, ele foi o Ano Novo. Ele foi a balança sem pilha (nunca deixem acabar a pilha à vossa balança, é o que vos digo!), ele foi a fuga às corridas por culpa da chuva, por culpa do frio, por culpa de uma constipação medonha. Ah, pois é. Dá-se um pouco de trela à gaja e lá vai ela atracar-se às comidas boas como se não fosse uma glutona em recuperação. Once a glutona, allways a glutona. Tal como os alcoólicos e todos os outros dependentes. Hoje, quando a balança voltou a si, eu ia tendo uma cena. E lá fui correr, sem vontade nenhuma. Mas depois, como sempre, foi óptimo. Corri devagar mas cumpri o dever: 7,5 km, 50 minutos, 623 calorias perdidas (hope so).
Amanhã vou para Monsaraz, fazer uma entrevista, mas levo a família comigo. Será um dois-em-um: trabalho e prazer.

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