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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Dias felizes


Ontem tive um dia tão bom, tão bom que no regresso a casa até estava com medo de me enfaixar numa carrinha de caixa aberta, tal é o peso da nossa educação judaico-cristã que nos faz sempre pensar: espera lá, se isto correu tão bem, agora vem o castigo, que não há bela sem senão, pensas que é só curtir, não? Era o que faltava.
Por enquanto ainda não me enfaixei em veículo algum e continuo a recordar o dia de ontem. Levei os rapazes à escola às 9h e depois segui com pequena Mada para o meu querido e eterno Pão de Canela. Sentadita na esplanada, abri o meu portátil, consultei o meu email e, voilá, muito boas notícias. Sorri apatetada e comecei a trabalhar. Escrevi dois textos, dei de mamar, almocei com o meu homem que, roído de inveja, foi lá ter. A miúda, sempre embalada pelo meu pé na roda do carrinho, dormiu todo o santo dia. E eu ali fiquei, na esplanada, a pensar, a escrever, a olhar as pessoas que passavam. A Sónia, gerente super eficaz do Pão de Canela e amiga já de longa data, mostrou-me uma tomada que não sabia existir, cá fora, para dar energia ao meu querido computador quando a bateria se foi. Hummmm...
Depois, no final do dia, fui aos Francisquinhos visitar a querida enfermeira Cristina Flores, que ainda não conhecia a pequena Mada. Conversámos, arrancou crosta láctea da cabeça da miúda (não se aguenta sem meter as mãos na massa, aquela querida), foi dando instruções a grávidas e puérperas.
Finalmente, depois do jantar já em casa, foi tempo de ver mais um genial Gato Fedorento esmiúça os sufrágios. Sobre isto escreverei em breve. Para já, dizer que pela terceira vez consecutiva, pequena Mada é deitada no berço aos gritos - e por lá fica, gritando, com as portas fechadas - para que o resto da família consiga ouvir aquela preciosidade. A pequena fedorenta trocada pelo Gato Fedorento. Indecente mas... irresistível.

P.S: Obrigada a todos pelos "tão linda!" com que brindaram a minha filha. Fiquei, obviamente, num estado de vaidade insuportável.

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