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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Na banheira

Eram duas da manhã e eu sem dormir. O quarto abafado, eu a sufocar, mas nem pensar em abrir a janela porque as minhas amigas baratas gostam de entrar de noite (ainda há dias o Ricardo teve de ir a uma casa vizinha fazer de exterminador implacável - diz que a bicha era de quilo). Roda para um lado, vira para o outro, suspira, senta, deita, torna a virar. Calor, ar saturado, respiração ofegante. "Vou para a sala". Ah, não dá. Senão acordo o cão e ainda acabo a ter de ir à rua de madrugada.
Bom, sei que eram três da manhã e o Ricardo foi dar comigo dentro da banheira, deitada, com água fria suficiente para me tapar as pernas, os braços e parte da barriga. Se fosse mais fofinha era por lá que tinha dormido. Este bafo de Setembro está a complicar-me mesmo com os nervos.

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