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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Nós vamos todos falecer

Ao ver as crescentes medidas de segurança, para ver se controlamos a escalada do vírus manhoso que deu em nascer para nos limpar o sarampo, penso que muito do resultado de tudo isto depende da consciência de cada um. Isto é: ok, as escolas fecham. Os pais ficam com as crianças. E... ficarão em casa? Ou irão passear para os centros comerciais? Ficarão todos fechados a enloquecer-se mutuamente, a bem do país e do mundo, ou irão para parques infantis, abertos ou fechados, não interessa, desde que os putos possam desgastar um pouco as energias e eles - os pais - descansarem a mioleira? Eu sei que ainda ontem falava da minha vontade em aproveitar os preços baixos com que Itália deve estar e levar lá os meus filhos, mas... não fui, certo? (aliás, agora o difícil é mesmo ir...) Era só uma ideia, porque aprecio pechinchas, mas como também aprecio a minha família, sobretudo os mais velhos e susceptíveis de quinar com isto, não iria de facto concretizá-la (suspiro longo e triste). Agora, não sei bem, se querem que vos diga, se acredito que tooooooda a gente vá ficar 14 dias (ou mais) fechada em casa com os filhos, não aproveitando as "férias" forçadas para passeios a locais públicos bem catitas.

Posto isto, e dada a fraca fé que tenho na generalidade da Humanidade, ocorre-me isto:

 

 

 

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