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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Paz à sua alma

Nada. Nem um sinal de vida. Tão novo... tão talentoso, tão trabalhador...
Abro-lhe a tampa, toco-lhe no botão que antes o despertava... e nada. Passo-lhe os dedos pelas teclas, cheiro-o, até já encostei levemente os lábios ao Enter, ao Espace, ao Alt, ao Ctrl... e nada. O meu companheiro de prosas faleceu e não há nada que eu possa fazer. Amanhã o Ricardo vai levá-lo ao médico mas temo que seja tarde demais. A morte, mesmo das coisas, é sempre uma tristeza.

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