Refugiados
Passar as férias a ver as imagens terríveis dos refugiados que morrem a tentar fugir da guerra, da tortura e da morte. Ter o confronto brutal entre a nossa felicidade e a absoluta miséria humana que nos chega pela televisão. E sentir que ninguém parece estar a fazer o suficiente. Que ninguém parece importar-se. Que os refugiados são recebidos como baratas que ninguém quer. Passar as férias a ver imagens de pais com filhos ao colo, no desespero de os salvar. Levar todos os dias esse banho de realidade, em época frívola de banhos de mar.
O João Miguel Tavares escreveu uma belíssima crónica sobre o assunto e eu não podia estar mais de acordo. Afinal, que fizemos nós todos aos nossos irmãos?
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