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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Sábado. Um dia difícil que acabou a ser menos difícil, com uma boa ajuda

24 de Novembro. Fez um ano que o Pedro nos deixou. Um ano. A namorada do Pedro organizou um almoço restrito de amigos na Praia Grande e foi mesmo bom e bonito. O mais curioso é que pessoas que não se conheciam, que não faziam parte dos mesmos círculos (o Pedro, como todos nós, tinha um grupo maior de amigos e depois tinha os outros, soltos, dispersos, que nunca ou raramente se cruzavam uns com os outros), conheceram-se (ou reencontraram-se) e... houve ali um clique, uma coisa qualquer (que não é uma coisa qualquer, é algo de bem definido, é o amor que nos unia a ele) que nos juntou, que nos fez ter uma cumplicidade boa, um prazer em estarmos em união, quase como se o sentíssemos mais perto, quase como se o sentíssemos por perto.

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A propósito de celebrar a vida, quem queira recordar pode ouvir dois belíssimos programas de rádio que homenagearam o Pedro (e onde é possível escutá-lo, o que sabe sempre tão bem).

Encontros Imediatos, de João Gobern e Margarida Pinto Correia (Antena 1)

A Ronda da Noite, de Luís Caetano (Antena 2)

 

Amanhã, se tudo correr bem, será a minha vez de aqui deixar um projecto que tenho em mãos há um ano. Um projecto que começou por ser um presente para ele mas, como a puta da doença dele me trocou as voltas e mo levou, acabou a ser uma homenagem. 

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