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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Um dia ele mata-me

Eu não queria chatear-vos muito com isto dos meus treinos e não sei quê. Mas hoje… hoje foi do demo. Fomos para o Jardim do Cabeço das Rolas (onde nunca tinha ido e moro no Parque das Nações há 8 anos), subimos degraus dois a dois, subimos outra escadaria em agachamentos, subimos uma ladeira de relva íngreme como o raio que a parta, a correr, 4 vezes, e… fizemos TRX. Prendemos o sacana numa árvore e foi um vê se te avias de agachamentos. O Pedro perguntou se eu alguma vez já tinha plantado uma árvore (fazendo a graça de já ter tido filhos e de já ter escrito livros). Eu respondi que sim, que arrancar uma é que ainda não, mas temia bem que a coisa se desse hoje, com a árvore a suportar os meus puxões sofridos. A certa altura, o esforço foi de tal maneira que senti uma dor abdominal como a que antecede as menstruações mais intensas (ou como uma contracção antes de se tornarem severas, no parto). Juro que pensei que o período ia aparecer, apesar de não ser altura dele, tal foi a violência da coisa. Depois, enfiei as argolas nos pés, fiquei com as mãos no chão (em prancha, com os pés suspensos da árvore) e tive de levar os joelhos ao peito - um verdadeiro exercício circense que me está, neste momento, a dificultar até a simples tarefa de teclar. No fim do treino, o Pedro tirou uma foto da pessoa em farrapos, jazendo ao lado do seu objecto de tortura. Amanhã é dia de descanso. Quinta-feira… ele volta a atacar (que um trovão me rache ao meio se não é desta que fico gira!)


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