Uma dúvida existencial que coloco aos médicos que me leiam, com a devida vénia
Por coisas cá da minha vida, tenho trabalhado intensamente com médicos e falado praticamente todos os dias sobre doenças. Adoro. A minha hipocondria é do tipo curioso e, no fundo, há um médico dentro de mim, entusiasmadíssimo com genes, vírus, bactérias e moléculas. Claro que isto não me facilita a vida porque, com o pavor que tenho de falecer (ou que algum dos meus amores faleça), quanto mais sei sobre o fascinante corpo humano mais estremeço por compreender que há tanto por onde falhar que o espantoso é que não falhe. E é isto que gostava de perguntar aos médicos:
- Médicos: como conseguis vós não ensandecer perante tanto conhecimento sobre todas as pataletas que podem acometer o ser humano? Como conseguis manter-vos imunes ao receio de adoecer ou mesmo quinar se há tanto que pode dar efectivamente para o torto?
Muito obrigada pela atenção.
Bem-hajam.
- Médicos: como conseguis vós não ensandecer perante tanto conhecimento sobre todas as pataletas que podem acometer o ser humano? Como conseguis manter-vos imunes ao receio de adoecer ou mesmo quinar se há tanto que pode dar efectivamente para o torto?
Muito obrigada pela atenção.
Bem-hajam.